fbpx
Críticas externas afetam mais a confiança da mulher do que quando cometem um erro de fato

Críticas externas afetam mais a confiança da mulher do que quando cometem um erro de fato

Estudo realizado no Brasil, Estados Unidos e Reino Unido aponta os fatores que mais influenciam o comportamento feminino

Que as mulheres passam por dezenas de desafios diariamente, seja na vida pessoal ou profissional, isso todos sabem. Muitas são desacreditadas e tem sua capacidade e conquistas duvidadas, até o ponto que afetam sua confiança e passam a achar que não são boas o bastante. Qual mulher nunca se viu nesta situação?

Um estudo intitulado “The Power of Presence” realizado pela marca TRESemmé foi a fundo entender a confiança feminina e o que a afeta negativa e positivamente. Ao todo, 5.550 mulheres, entre 18 e 35 anos, do Brasil, EUA e Reino Unido, participaram do levantamento que indica que críticas e fatores externos são os maiores gatilhos que impactam a confiança feminina. Situações em que sentem que suas vozes são menosprezadas são as que tem maior impacto e colaboram para o aumento de inseguranças – mais do que se elas cometessem um erro de fato em uma determinada função. As entrevistadas apontaram as situações em que mais sentem sua confiança minar:

Quando não me sinto vista ou ouvida – 92%

Quando alguém me interrompe – 69%

Quando repudiam minha opinião ou crenças – 67%

Quando um homem rouba minhas ideias – 53%

Exemplos como os acima listados induzem as mulheres a duvidarem de si quando, na verdade, todas estão em uma jornada de autoconhecimento, cada uma a sua maneira, e em busca de suas metas. O estudo também identificou que a confiança está diretamente ligada ao autoconhecimento, ao comparar os níveis de baixa versus alta Presença, que pode ser definida como autoconhecimento + autoconfiança, entre os grupos de idade.

Mulheres mais jovens apresentam mais conflitos – entre as entrevistadas de 18 a 21 anos, 21% afirmam terem baixa Presença, e 23% alta. Já no grupo das mulheres de 33 a 35 anos, o índice de baixa presença cai para 15% e o de alta presença sobe para 36%, provando que a maturidade da idade, as experiências e sua trajetória são fortes aliadas para construção de uma personalidade sólida.